Valmar

Porque tem gente que não ACTUALLY leu :P

phreddie:

bearcultist:

svart-ulv-hjerte:

thefoxxybenedict:

I’m curious how many people have, because it feels like I’m the only one.

A fucking loooooooong time ago.

(I’m old)

First real novel I ever read.

Also, second-most-recent novel I’ve read. I decided I needed a…

Ok, finalmente, dia 3.

Esse dia vai ter que ser dividido em 2 partes, principalmente por causa das fotos, que são muitas e difíceis de escolher. 

Bom, o dia 17/10/2005 começou antes das 5h da manhã quando saímos do hotel em Santiago para o aeroporto. A lua cheia estava alta e linda até aquela hora da madrugada, e já no avião o nascer do sol foi um dos mais lindos que já vi. 

Voamos pelas montanhas nevadas, e depois um bom tempo pelo deserto, vendo só areia, até que, por volta das 9 da manhã chegamos ao mar. Vista inesperada, o deserto encontrando o mar, pena que não tenho fotos muito boas. Descemos ali, no aeroporto de Antofagasta, porque o avião teve problemas de freio e precisamos trocar de avião. Esperamos cerca de uma hora ali e apesar de ser o deserto, o tempo estava nublado e o vento era frio. 

Depois de mais 20 minutos de voo chegamos ao aeroporto de Calama e segundo meu diário compramos refrigerantes cítricos bem doces, que eu gostei muito. De lá pegamos uma van até San Pedro de Atacama. A viagem durou só uma hora, mas rendeu muitas fotos de planícies de areia alaranjada terminando com a cordilheira nevada no horizonte. 

O hotel era uma atração à parte. Todo feito de barro e madeira, rústico, fresco, cada quarto um chalé com cadeiras na entrada, um ambiente único com 4 camas e um banheiro (proibido tomar água da pia, ok? mas liberado usar pra umedecer o nariz, que ressecava tanto que sangrava só de encostar). Teto de bambu e vigas feitas de troncos. Como talvez dê pra imaginar pela foto, foi fácil escolher a minha cama: era aquela debaixo do pedaço vazado do teto, de onde dava pra ver o céu à noite. 

Depois de deixar as bagagens no hotel fomos almoçar, e àquela altura ainda acreditamos que era só naquele restaurante que vinha uma quantidade absurda de comida. Não conseguimos comer tudo… 

A sensação do dia foi de que é errado pensar que deserto = calor. Debaixo do sol, claro, fazia calor, até demais, mas era só encontrar uma sombra que o vento gelado castigava e fazia sentir frio. 

Depois de descansar um pouco depois do almoço saímos para o primeiro passeio, a Garganta de Sal. 

“É muito legal ver o sal em pedra nas paredes, formando lascas, etc. E estala! Faz barulho! ‘tec tec tec’, parece madeira estalando.Muitas fotos (mais que nos outros dias), vídeos e pegamos algumas pedras de lembrança.”

Ah, é uma pena que minha câmera  na época não gravava som… Essa impressão do sal estalando nas paredes de terra debaixo do sol forte é simplesmente incrível. Tão incrível quanto ver as lascas de sal no meio da terra e das pedras. Tão incrível quanto ver um paredão imenso e ouvir o guia explicar como aquilo um dia tinha estado em pé em outra posição, e que de alguma forma tinha tombado de lado. Dá pra ver na foto as linhas verticais no paredão? Um dia, elas foram horizontais. 

O fim do dia… fica pra próxima.

Ok, vamos ao segundo dia?

16/10/2005 - Santiago - Chile

Acho engraçado ver como eu escrevia. Eu sempre escrevia à noite, depois de voltar dos passeios, então contava tudo o que tinha acontecido, dizia como estava cansada, o que estava sentindo e pensando, incluía pausas e pensamentos relacionados. Apesar de não achar o melhor estilo, me faz perceber como eu pensava, e isso é interessante. 

O roteiro do dia foi Valparaíso e depois Viña del Mar, com parada antes de tudo pra comer empanadas, um tipo de esfiha fechada típica que, segundo a guia, devíamos tentar comer em todo lugar que fôssemos, porque cada lugar faz a sua especial. 

Foi em Valparaíso que vimos o Pacífico pela primeira vez, de um ponto elevado, com vista para o porto. Me impressionou o azul da água e a falta de ondas. Aparentemente o dia estava exatamente como eu gosto, frio, a ponto de estarmos de blusa, mas com um sol bonito e quente o suficiente pra ser um dia gostoso. 

Valparaíso me marcou como uma cidade mais antiga e mais pobre que Santiago ou Viña del Mar. No lugar em que descemos havia uma feirinha que eu descrevo como cara, com uma llama para fotografar, mas como as fotos eram pagas mesmo com máquina própria, não tenho nenhuma.

No centro de Valparaíso vimos alguns prédios e monumentos históricos, mas o que me interessou mais foi o museu, infelizmente fechado. Espero que dê pra entender na foto que em um lugar da praça havia placas transparentes no chão que mostravam o museu lá embaixo, e foi disso que eu mais gostei.

Viña del Mar ficava do outro lado da baía, considerada a Cidade Jardim por motivos óbvios, me marcou como mais rica e bonita. Me impressionaram os prédios com varandas em níveis diferentes, formando escadas ou outras formas diferentes. 

O almoço foi um que é lembrado até hoje. Comemos em um restaurante com vista para o mar e experimentamos um prato com todos os tipos possíveis de frutos do mar, de camarões e lulas a moluscos parecidos com mariscos que até hoje não lembro o nome. Gostamos tanto que antes de voltar passamos em um supermercado e compramos uma lata com uma mistura de frutos do mar que pareciam os mesmos. Não preciso dizer que não ficou a mesma coisa. 

Depois do almoço fomos molhar as mãos no Pacífico (‘que já não parecia tão pacífico’) e segundo minhas anotações a água em si não era tão gelada quanto o esperado. O que causava a sensação de frio era tirar a mão da água e sentir o vento gelado. Andamos pela praia e vimos pedras com leões marinhos, que infelizmente minha máquina não tinha zoom suficiente para fotografar. 

Ao fim desse passeio visitamos um hotel 5 estrelas superior (!!) para conhecer o cassino e, por fim, paramos em um pequeno museu de antropologia em um lugar gostoso, cheio de árvores, para ver um Moai original, de 3,20m. Hoje fico triste que não tenhamos entrado nesse museu, devia ter coisas muito interessantes.

Meu diário segue com o relato da nossas compras do fim de noite e do jantar em um shopping, e da tentativa de usar a internet no hotel, mas ficam mais como lembranças pra mim do que algo que valha a pena compartilhar. 

Pena que não posso colocar mais fotos por post aqui, algumas que eu queria compartilhar tiveram que ficar de fora, mas é assim, tenho que aprender a escolher as que mais condizem com o post. E afinal, não quero cortar um dia em mais de um post só pra poder postar mais fotos, senão teria que fazer um post por foto pra mostrar tudo.

Vou começar a postar meus diários de viagem. 

A primeira viagem que teve um diário organizado foi essa: Chile, em Outubro de 2005.

Não vou usar o texto exato que escrevi na época porque… bom… esse não é mais meu estilo de escrita, ele está muito infantil e muito focado em acontecimentos menores. Vou tentar passar a mesma sensação com meu estilo atual. Vamos começar?

Dia 15/10/2005, 12h25. Avião.

Só a viagem de avião já fazia valer a pena estar viajando. Eu já tinha viajado de avião antes, mas sempre adorei a decolagem (e odiei a aterrissagem) e aquela viagem estava sendo especial, pela primeira (e única, até agora) vez, estávamos viajando de classe executiva, não de econômica. No texto original faço menção ao espaço pras pernas, ao apoio confortável para as pernas e principalmente ao almoço. Faço parecer que era um banquete: Levei uma hora pra comer tudo (eu não sabia ainda que sou lenta pra comer. Mas considerando o tamanho de uma refeição de avião, nem eu demoraria tanto). Digo aqui que:

Escolhi salame de frango com legumes cozidos (tinha opção de carne também), salada (2 tipos) e um pãozinho muito bom (que eu repeti). E de sobremesa queijo, bolachinhas e uma mistura de creme, gelatina e salada de frutas!

Eu comento então da vista pela janela. Passamos por muito tempo por áreas nubladas, sem dar pra ver muita coisa além das nuvens, que, por si só, já são um espetáculo. Nas áreas rurais aparecem as fazendas parecendo colchas de retalhos, com cortes retangulares (e alguns circulares) cada um de uma cor diferente. Cidadezinhas passavam entre morros e fazendas, tão rápido que no tempo que me levava pra escrever… já passaram.

Minha descrição seguinte é sobre o meu encantamento ao ver pela primeira vez a neve, mesmo que pela janela do avião, nos topos das montanhas, lá longe. Já naquela época, com a minha querida câmera Creative PC-CAM 880, tirei muitas e muitas fotos daquelas montanhas nevadas. Minhas palavras exatas na época foram:

Parece que jogaram açúcar de confeiteiro nas montanhas ^-^

Às 16h20 continuo meu relato já do hotel. Digo que a temperatura era de 10º mas não parecia estar tão frio. Mas desde o primeiro momento senti o impacto do clima seco e estava morrendo de sede. Falo um pouco do quarto do hotel, que na verdade era um apartamento muito bonito e bem ajeitado. Com sala, cozinha, banheiro e dois quartos. Tinha até uma cesta de boas-vindas, com frutas e castanhas (e eu digo, mais tarde, que peguei dali uma maçã muito suculenta). E claro, primeira viagem internacional na qual eu tinha idade o suficiente pra prestar atenção, reclamo do fato de uma latinha de refrigerante custar 2 dólares.

Às 23h05 eu volto a escrever sobre o resto da tarde. Fomos a um centro de artesanatos que não consigo lembrar o nome por nada. É um lugar encantador e labiríntico, com algumas aves na entrada e muitas, muitas flores pelos caminhos. São centenas de lojinhas uma ao lado da outra, vendendo todo tipo de artesanatos. De objetos feitos com flores secas a roupas feitas de lã de alpaca. Muita coisa bonita em madeira, metal e até  ovos de avestruz! Mas principalmente, muita coisa bonita em prata e lápis lazuli. Meu comentário literal foi que andamos um tempão lá e vimos metade da metade do que tinha pra ver. E nem tivemos tempo de comer, porque já era tarde e estava tudo fechando. 

Meu último comentário sobre a noite foi sobre o jantar, que infelizmente não foi mais agradável porque, por algum motivo, talvez a diferença de altitude, eu estava me sentindo mal, com tonturas e não pude aproveitar direito. 

Fui dormir reclamando de ter queimado a mão no chuveiro, de estar morrendo de sede e com os olhos ardendo, mas empolgada com o passeio da manhã seguinte, para conhecer o pacífico.

“Uma parte da nossa alma permanecerá sempre viva na memória dos que nos conhecem. (…) Ao contrário da visão atual da morte como um final irrevogável, ou um momento de acerto de contas, para os celtas esse era um momento intermediário. ‘A morte é o meio de uma longa vida’, disse o poeta Lucano. Para comprovar a visão celta da morte como algo que nem de longe deve ser visto como negativo, evoco as palavras do autor irlandês John O’Donoghue, segundo quem ‘a morte nasce conosco, e conosco caminha por todos os instantes de nossas vidas’, mesmo que tentemos ignorá-la. Até o dia em que ela, finalmente, se apresente. Se travarmos contato com ela antes, se percebemos que ela sempre estivera conosco, manifestando-se a cada fim de ciclo - seja este um dia, um amor, uma viagem ou uma vida, então seremos capazes de encarar esse momento com a alma leve e a certeza de que tudo é cíclico, e que tudo se renova através dessa ciclicidade - inclusive nós.”

Claudio Crow Quintino - O livro da Mitologia Celta

“O medo da morte surge do medo da vida. Um homem que vive uma vida plena está preparado para morrer a qualquer momento. Quando nos lembramos de que somos todos loucos, desaparecem os segredos e surge a compreensão da vida.”

Mark Twain.

“Temos que esperar até que nossa morte nos diga que está na hora.

- A sua morte diz a você? - Perguntou Lyra.

- Diz. O que descobrimos quando viemos para cá, ah, isso faz muito tempo para a maioria de nós, mas descobrimos que todos nós trazíamos o espectro de nossa morte conosco. Foi aqui que descobrimos. Tinha estado conosco o tempo todo, só que não sabíamos. Sabe, todo mundo tem sua morte. Ela nos acompanha a todos os lugares, durante a vida inteira, está sempre por perto. Os espectros de nossas mortes, eles estão lá fora, tomando ar; eles entram de vez em quando. O da vovó está lá com ela, ele está bem perto dela, muito perto.

- Isso não assusta o senhor, ter sua morte por perto o tempo todo? - perguntou Lyra.

- Por que me assustaria? Se ela está por perto, você pode ficar de olho nela. Eu ficaria muito mais nervoso se não soubesse onde está.

- E todo mundo tem sua própria morte? - perguntou Will, com surpresa e admiração.

- Mas claro que tem, no momento em que você nasce, sua morte vem ao mundo junto com você e é sua morte que o leva embora.

- Ah - exclamou Lyra -, é disso que precisamos saber, porque estamos tentando encontrar o mundo dos mortos e não sabemos como chegar lá. Então para onde vamos, quando morremos?

- Sua morte bate em seu ombro, pega sua mão e diz: venha comigo, está na  hora. Pode acontecer quando você está doente, com uma febre, ou quando se engasga com um pedaço de pão seco, ou quando cai de um prédio alto; no meio de seu sofrimento e de suas dificuldades, ela vem gentilmente procurar você e diz: agora vamos com calma, calma, criança, venha comigo, e você vai com ela num barco que atravessa o lago coberto de neblina. O que acontece lá, ninguém sabe. Ninguém nunca voltou para contar.

(…)

-Então - propôs Tialys -, vamos fazer um acordo. Em vez de verem somente a maldade, a crueldade e a cobiça dos fantasmas que vêm aqui para baixo, de agora em diante vocês terão o direito de pedir a cada fantasma que lhes conte a história de sua vida e eles terão que contar a verdade sobre o que viram e tocaram, ouviram, amaram e conheceram no mundo. Cada um desses fantasmas tem uma história; cada um deles que descer no futuro terá coisas verdadeiras para contar a vocês sobre o mundo. E vocês terão o direito de ouvi-los e eles terão que contar.

(…)

A tarefa de vocês será guiar os fantasmas do local de desembarque, na margem do lago, durante todo o caminho pela terra dos mortos, até a nova abertura para o mundo. Em troca eles lhes contarão suas histórias, como pagamento justo e certo por essa orientação. Assim lhes parece correto?

Sem-Nome olhou para suas irmãs e elas assentiram. Então disse:

- E teremos o direito de recusar guiá-los se mentirem ou se esconderem alguma coisa, ou se não tiverem nada para nos contar. Se viveram no mundo, eles deveriam ver e tocar, ouvir, amar e aprender coisas. Faremos uma exceção no caso de crianças muito pequenas que não tiveram tempo de aprender coisa nenhuma, mas caso contrário, se descerem até aqui sem trazer nada, nós não os levaremos até a saída.

(…)

-Isso é o que vai acontecer - declarou -, e é verdade, absolutamente verdade. Quando saírem daqui, todas as partículas que os constituem se desprenderão e flutuarão se dispersando, exatamente como aconteceu com seus daemons. Se já viram pessoas  morrerem, sabem como é. Mas seus daemons não são simplesmente nada agora; eles fazem parte de tudo. Todos os átomos que eles eram fazem parte do ar e do vento, das árvores, da terra e de todas as coisas vivas. Eles nunca desaparecerão. Apenas fazem parte de tudo. E é exatamente o que vai acontecer com vocês, juro, dou a vocês minha palavra de honra. Vocês vão se dispersar, é verdade, mas estarão lá fora ao ar livre, novamente fazendo parte de tudo que está vivo.”

Philip Pullman - A Luneta Âmbar - Fronteiras do Universo

O cartão de boas-festas mais nerd EVER!

Bom, acabei de receber esse cartão de boas-festas (porque ele não foi feito pra ser um cartão só de Natal, e sim de todas as festas) e não me contive, tenho que divulgar!
A idéia surgiu em um encontro da Toca-SP do Conselho Branco, quando alguém viu a imagem dos Argonath, virou pra Maia, nossa uruk-hobbit designer e perguntou “Você sabe mexer no photoshop? Dá pra fazer as mãos deles assim?” e ela topou o desafio.
Não preciso dizer que o resultado ficou maravilhoso, perfeito!
Ah, pra quem não entende, a linha em letras estranhas é élfico, mais especificamente Quenya, e diz “Nai i Vala ëa as elye”, que quer dizer aproximadamente “Que a Força esteja com você”.
Dito isso, deixo aqui (pro caso de alguém vir a ler) meus desejos de Boas Festas e de um Ano Novo muito, muito, mas muito nerd mesmo!
Afinal, só os nerds sabem como tudo pra nós e sempre mais divertido! Como pegamos todas as referências e fazemos todas as relações! Como entre nerds encontramos amigos mais verdadeiros e que nos permitem as conversas mais legais!
Então muita nerdice pra todo mundo, e saúde, que o resto a gente consegue!

O cartão de boas-festas mais nerd EVER!

Bom, acabei de receber esse cartão de boas-festas (porque ele não foi feito pra ser um cartão só de Natal, e sim de todas as festas) e não me contive, tenho que divulgar!

A idéia surgiu em um encontro da Toca-SP do Conselho Branco, quando alguém viu a imagem dos Argonath, virou pra Maia, nossa uruk-hobbit designer e perguntou “Você sabe mexer no photoshop? Dá pra fazer as mãos deles assim?” e ela topou o desafio.

Não preciso dizer que o resultado ficou maravilhoso, perfeito!

Ah, pra quem não entende, a linha em letras estranhas é élfico, mais especificamente Quenya, e diz “Nai i Vala ëa as elye”, que quer dizer aproximadamente “Que a Força esteja com você”.

Dito isso, deixo aqui (pro caso de alguém vir a ler) meus desejos de Boas Festas e de um Ano Novo muito, muito, mas muito nerd mesmo!

Afinal, só os nerds sabem como tudo pra nós e sempre mais divertido! Como pegamos todas as referências e fazemos todas as relações! Como entre nerds encontramos amigos mais verdadeiros e que nos permitem as conversas mais legais!

Então muita nerdice pra todo mundo, e saúde, que o resto a gente consegue!

Primavera

Minha estação favorita do ano. Apesar de que esse ano ela não está do jeito que eu gosto.

Adoro o friozinho que faz nos meses de setembro e outubro, e como tem aquele solzinho pálido pra você se aquecer um pouco.

E tudo fica também tão mais colorido, florido, fotogênico hehe

Ainda mais pra alguém como eu que tem uma queda por fotografia da natureza, e acha que as flores, especialmente, ficam maravilhosas em fotos!

Só não entendo porque a Bio não pode ficar no prédio da Arquitetura… nós temos o prédio mais moderno e eles o mais cercado de verde… Mas tudo bem, é sempre tão lindo passar pela pracinha quando está tudo assim florido, ou com as florzinhas roxas caídas pelo chão…

É isso, curtam as fotos que é o que importa ^^

Isso é fim de semestre.
Esses aí são “só” os livros que eu usei pro meu TCC de Licenciatura.
E ainda não tem os textos avulsos, xerox e coisas que li no PC.
Agora, final de semestre, as coisas estão acalmando um pouco, o TCC tá pronto, só faltando fazer alguns ajustes finais pra entregar e me preparar pra banca.
Estudei a presença de críticas ao papel da escola na sociedade presente nos livros de literatura fantástica aí da foto (a saber, Harry Potter, O Mundo de Sofia e 1984). Foi um trabalho muito gostoso de fazer, ainda mais enquanto lia as obras em busca de trechos pra análise. São todos, é claro, livros altamente recomendados! Todos podem ser lidos em vários níveis, como eu espero que meu trabalho prove!
Agora que tá quase terminado, vai deixar saudades e aquele gostinho de quero-mais, tem muita coisa que eu podia ter lido pra complementar, muita coisa que, com mais tempo, poderia ter analisado.
Já disse que vou ficar rica escrevendo o livro “Harry Potter e a Educação”, porque tem coisa demais em HP pra se analisar, dos mais diferentes aspectos da educação. O Mundo de Sofia é um livro pra se ler aos 15 anos e sempre que possível, e pra se ter na estante pra consulta, um jeito maravilhoso de se aprender filosofia nas palavras de um autor genial. 1984 é um desses livros que te dão uma revolta tão grande ao ler que você quer parar, mas te prendem de um jeito que você não consegue, além da sensação estranhíssima quando você volta ao mundo real e percebe que ele não é daquele jeito.
Uma curiosidade pros nerds: O total de trechos usados nesse trabalho foi de 42!
Minha banca tá chegando… tô começando a sentir o nervosismo, mas não estou com medo… É um trabalho que eu conheço tão bem, que eu gosto tanto, que não tem porque achar que não vou saber falar. Tenho sim é muito orgulho dele, acho que poderia ser muito melhor, mas acho que ainda assim ficou muito bom. Como meu querido orientador uma vez disse, dá muito orgulho ver uma produção sua pronta e apresentá-la a outras pessoas.
É isso, minha banca está marcada para as 19h do dia 30/11, uma segunda-feira. Vamos ver no que vai dar.
E se eu estiver nervosa é pela PAFE de Fundamentos de Citogenética no dia seguinte ^_^
PS: Opa, o Biologia: Série Brasil não foi usado no TCC, entrou na foto pois foi usado em uma outra matéria da licenciatura e me fez carregar mais peso que os outros, que só foram usados em casa hehehe

Isso é fim de semestre.

Esses aí são “só” os livros que eu usei pro meu TCC de Licenciatura.

E ainda não tem os textos avulsos, xerox e coisas que li no PC.

Agora, final de semestre, as coisas estão acalmando um pouco, o TCC tá pronto, só faltando fazer alguns ajustes finais pra entregar e me preparar pra banca.

Estudei a presença de críticas ao papel da escola na sociedade presente nos livros de literatura fantástica aí da foto (a saber, Harry Potter, O Mundo de Sofia e 1984). Foi um trabalho muito gostoso de fazer, ainda mais enquanto lia as obras em busca de trechos pra análise. São todos, é claro, livros altamente recomendados! Todos podem ser lidos em vários níveis, como eu espero que meu trabalho prove!

Agora que tá quase terminado, vai deixar saudades e aquele gostinho de quero-mais, tem muita coisa que eu podia ter lido pra complementar, muita coisa que, com mais tempo, poderia ter analisado.

Já disse que vou ficar rica escrevendo o livro “Harry Potter e a Educação”, porque tem coisa demais em HP pra se analisar, dos mais diferentes aspectos da educação. O Mundo de Sofia é um livro pra se ler aos 15 anos e sempre que possível, e pra se ter na estante pra consulta, um jeito maravilhoso de se aprender filosofia nas palavras de um autor genial. 1984 é um desses livros que te dão uma revolta tão grande ao ler que você quer parar, mas te prendem de um jeito que você não consegue, além da sensação estranhíssima quando você volta ao mundo real e percebe que ele não é daquele jeito.

Uma curiosidade pros nerds: O total de trechos usados nesse trabalho foi de 42!

Minha banca tá chegando… tô começando a sentir o nervosismo, mas não estou com medo… É um trabalho que eu conheço tão bem, que eu gosto tanto, que não tem porque achar que não vou saber falar. Tenho sim é muito orgulho dele, acho que poderia ser muito melhor, mas acho que ainda assim ficou muito bom. Como meu querido orientador uma vez disse, dá muito orgulho ver uma produção sua pronta e apresentá-la a outras pessoas.

É isso, minha banca está marcada para as 19h do dia 30/11, uma segunda-feira. Vamos ver no que vai dar.

E se eu estiver nervosa é pela PAFE de Fundamentos de Citogenética no dia seguinte ^_^

PS: Opa, o Biologia: Série Brasil não foi usado no TCC, entrou na foto pois foi usado em uma outra matéria da licenciatura e me fez carregar mais peso que os outros, que só foram usados em casa hehehe

Sim, eu tirei foto da minha desgraça.
Pra mostrar o resultado da pressa e do descaso das pessoas.
Ok, parte da culpa foi minha, eu estava andando distraída, sem olhar, mexendo na mochila (o que me salvou de uma batida pior) e devagar. E por isso mesmo pensei “Vou encostar aqui nesse recuo pras pessoas não terem que ficar desviando de mim”. E então alguém que não sei se não me viu, se eu virei muito rápido, ou o quê, tromba comigo. Eu ouço um rápido “Desculpa” e pressinto que a pessoa ficou chocada que eu não parei de cair pra frente. E então eu vejo a parede se aproximando e meu corpo não dá conta de me equilibrar a tempo, com o chão liso e meu tênis alto. Eu bato, ombro e braço direito, depois lado direito do rosto. E caio no chão. A pessoa que trombou comigo a essa altura já está longe. E aí chegam aquelas pessoas das quais o inferno está cheio: com boas intenções. Só sinto alguém agarrando meu braço (sim, aquele que bateu contudo na parede) e puxando pra me fazer levantar. Sinto, mais do que vejo, que se formou uma rodinha em volta de mim. Dou um berro alucinado de dor pra largarem meu braço. E então ouço aquilo que me tranquilizou: uma voz de quem sabe o que está falando dizer “Não tentem levantar ela”. Aí novamente percebo que a rodinha se desfaz e um homem se abaixa ao meu lado, tira a mochila do meu ombro, recolhe minhas coisas caídas e começa a mexer minha mão ralada e me perguntar o que aconteceu e se estou sentindo alguma dor. Este homem fica comigo até eu conseguir controlar o choro e responder que está tudo bem, que acho que não quebrei nada e consigo ir pra casa. Agradeço imensamente a esse desconhecido que devia ser médico ou fisioterapeuta, porque sabia o nome dos ossos que eu bati, por ter parado pra me ajudar e dito pra pararem de me puxar.

Sim, já admiti que parte da culpa foi sim minha. Por andar distraída num local de grande circulação, com muita gente apressada. Mas será que minha avó também estava andando distraída na feira quando foi empurrada por alguém e caiu sobre uma barraca? Será que essa pessoa também estava com a mesma pressa de alguém que está indo pegar o trem de volta pra casa no domingo à noite? Será que se minha avó estivesse sozinha, e não com meu pai, e não tivesse caído na banca, ela teria a mesma sorte que eu, de alguém que sabia o que estava fazendo vir ajudá-la? Será que havia necessidade de empurrar uma senhora de 80 anos que fazia suas compras na feira? (E aqui estou assumindo que o que aconteceu comigo foi acidente e o único erro da pessoa foi não ter me visto e depois não ter parado pra ajudar). Pra quem me conhece, minha avó é menor que eu, e tem diabetes. Imaginem se tivesse se machucado.

E será que também foi culpa da minha mãe estar dirigindo numa velocidade aceitável logo depois de um radar numa noite de sexta? Será que ela precisava mesmo ter tido a bondade de encostar pra pessoa de trás, que estava com tanta pressa que colava nela, passar? E será que então foi por culpa dela que, ao encostar, bateu com a roda dianteira na guia e entortou a roda e furou o pneu? Claro que foi, afinal o carro de trás passou, com toda sua pressa, e foi embora. E ficamos nós no carro, dirigindo com a roda fazendo barulho até o posto mais próximo pra chamar meu pai. E no posto os frentistas não se deram ao trabalho de vir ver o que tinha acontecido. E os mecânicos estavam ocupados, nos mandaram procurar uma borracharia. E ficaríamos nós ali, esperando meu pai e tentando trocar o pneu nós mesmas, não fosse novamente um anjo que nos apareceu. Um senhor que estava ali enchendo galões de água que carregava em uma carroça. Esse senhor viu nossa situação e se ofereceu pra trocar o pneu pra nós. Ele mora em uma praça ali perto. Tem mulher e 3 filhos, o maior com 12 anos. É cego de um olho e está ficando do outro. Ele era caminhoneiro, entendia muito de mecânica, mas perdeu a carteira de motorista, e portanto o emprego, por causa do problema de visão. Ainda está esperando a aposentadoria chegar. Ele se machucou trocando nosso pneu porque o macaco é feito de um jeito estranho e pra girar ele acabou ralando a mão no chão. Quando terminou, ainda nos ajudou a guardar o pneu estragado no porta-malas. Minha mãe deu a ele 20 reais e ele foi encontrar a família.

Agora, me pergunto por que toda essa pressa, toda essa desatenção e todo esse descaso para com os outros. Será que nos 3 casos os responsáveis pelos acidentes tinham coisas tão urgentes assim a fazer que valia a pena passar por cima de nós? Será que se importavam tão pouco conosco que nem ao menos olharam pra ver o que tinham feito? Será que estamos todos tão preocupados com nós mesmos e nossos problemas que não enxergamos mais as pessoas que andam à nossa volta?
E como é triste ver que são poucos os que ainda têm a bondade de parar pra ajudar, mesmo não tendo nada a ver com o ocorrido. Só espero que um dia a situação possa se inverter, e que estas pessoas se tornem a maioria, e que coisas como essas três parem de acontecer.

Sim, eu tirei foto da minha desgraça.

Pra mostrar o resultado da pressa e do descaso das pessoas.

Ok, parte da culpa foi minha, eu estava andando distraída, sem olhar, mexendo na mochila (o que me salvou de uma batida pior) e devagar. E por isso mesmo pensei “Vou encostar aqui nesse recuo pras pessoas não terem que ficar desviando de mim”. E então alguém que não sei se não me viu, se eu virei muito rápido, ou o quê, tromba comigo. Eu ouço um rápido “Desculpa” e pressinto que a pessoa ficou chocada que eu não parei de cair pra frente. E então eu vejo a parede se aproximando e meu corpo não dá conta de me equilibrar a tempo, com o chão liso e meu tênis alto. Eu bato, ombro e braço direito, depois lado direito do rosto. E caio no chão. A pessoa que trombou comigo a essa altura já está longe. E aí chegam aquelas pessoas das quais o inferno está cheio: com boas intenções. Só sinto alguém agarrando meu braço (sim, aquele que bateu contudo na parede) e puxando pra me fazer levantar. Sinto, mais do que vejo, que se formou uma rodinha em volta de mim. Dou um berro alucinado de dor pra largarem meu braço. E então ouço aquilo que me tranquilizou: uma voz de quem sabe o que está falando dizer “Não tentem levantar ela”. Aí novamente percebo que a rodinha se desfaz e um homem se abaixa ao meu lado, tira a mochila do meu ombro, recolhe minhas coisas caídas e começa a mexer minha mão ralada e me perguntar o que aconteceu e se estou sentindo alguma dor. Este homem fica comigo até eu conseguir controlar o choro e responder que está tudo bem, que acho que não quebrei nada e consigo ir pra casa. Agradeço imensamente a esse desconhecido que devia ser médico ou fisioterapeuta, porque sabia o nome dos ossos que eu bati, por ter parado pra me ajudar e dito pra pararem de me puxar.

Sim, já admiti que parte da culpa foi sim minha. Por andar distraída num local de grande circulação, com muita gente apressada. Mas será que minha avó também estava andando distraída na feira quando foi empurrada por alguém e caiu sobre uma barraca? Será que essa pessoa também estava com a mesma pressa de alguém que está indo pegar o trem de volta pra casa no domingo à noite? Será que se minha avó estivesse sozinha, e não com meu pai, e não tivesse caído na banca, ela teria a mesma sorte que eu, de alguém que sabia o que estava fazendo vir ajudá-la? Será que havia necessidade de empurrar uma senhora de 80 anos que fazia suas compras na feira? (E aqui estou assumindo que o que aconteceu comigo foi acidente e o único erro da pessoa foi não ter me visto e depois não ter parado pra ajudar). Pra quem me conhece, minha avó é menor que eu, e tem diabetes. Imaginem se tivesse se machucado.

E será que também foi culpa da minha mãe estar dirigindo numa velocidade aceitável logo depois de um radar numa noite de sexta? Será que ela precisava mesmo ter tido a bondade de encostar pra pessoa de trás, que estava com tanta pressa que colava nela, passar? E será que então foi por culpa dela que, ao encostar, bateu com a roda dianteira na guia e entortou a roda e furou o pneu? Claro que foi, afinal o carro de trás passou, com toda sua pressa, e foi embora. E ficamos nós no carro, dirigindo com a roda fazendo barulho até o posto mais próximo pra chamar meu pai. E no posto os frentistas não se deram ao trabalho de vir ver o que tinha acontecido. E os mecânicos estavam ocupados, nos mandaram procurar uma borracharia. E ficaríamos nós ali, esperando meu pai e tentando trocar o pneu nós mesmas, não fosse novamente um anjo que nos apareceu. Um senhor que estava ali enchendo galões de água que carregava em uma carroça. Esse senhor viu nossa situação e se ofereceu pra trocar o pneu pra nós. Ele mora em uma praça ali perto. Tem mulher e 3 filhos, o maior com 12 anos. É cego de um olho e está ficando do outro. Ele era caminhoneiro, entendia muito de mecânica, mas perdeu a carteira de motorista, e portanto o emprego, por causa do problema de visão. Ainda está esperando a aposentadoria chegar. Ele se machucou trocando nosso pneu porque o macaco é feito de um jeito estranho e pra girar ele acabou ralando a mão no chão. Quando terminou, ainda nos ajudou a guardar o pneu estragado no porta-malas. Minha mãe deu a ele 20 reais e ele foi encontrar a família.

Agora, me pergunto por que toda essa pressa, toda essa desatenção e todo esse descaso para com os outros. Será que nos 3 casos os responsáveis pelos acidentes tinham coisas tão urgentes assim a fazer que valia a pena passar por cima de nós? Será que se importavam tão pouco conosco que nem ao menos olharam pra ver o que tinham feito? Será que estamos todos tão preocupados com nós mesmos e nossos problemas que não enxergamos mais as pessoas que andam à nossa volta?

E como é triste ver que são poucos os que ainda têm a bondade de parar pra ajudar, mesmo não tendo nada a ver com o ocorrido. Só espero que um dia a situação possa se inverter, e que estas pessoas se tornem a maioria, e que coisas como essas três parem de acontecer.

Já que meu professor de tecnologias da informação e comunicação tá testando, vim ver do que se trata… nunca me dei bem com blogs, só o twitter mudou isso, pq parece mais chat hehe vamos ver como funciona esse…
Começando com uma foto bem no estilo que eu gosto!

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